Nada meu, tudo nosso.
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Celebração da voz humana/2

”Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.”

Eduardo Galeano em O Livro dos abraços.